sexta-feira, 10 de abril de 2015

BATE PAPO FEMINISTA NA BIBLIOTECA DA FLORESTA

Em 2013, o cerimonial da UFAC me convidou para dar uma palestra no dia Internacional da Mulher, 08 de março, contrapondo machismo e feminismo... Na ocasião, enquanto preparava os slides da palestra, encontrei um site ótimo, para homens, com um minicurso sobre Feminismo para que os homens entendam a luta das mulheres e suas reivindicações....

O site começava apresentando algumas perguntas bem pertinentes para verificar se a pessoa é feminista ou machista, e depois definia ambos, perguntinhas tais como:

•Mulheres devem receber o mesmo valor que homens para realizar o mesmo trabalho?
•Mulheres devem ter direito a votar e ser votadas?
•Mulheres devem ser as únicas responsáveis pela escolha de suas profissões, e que essa decisão não pode ser imposta pelo Estado, pela escola nem pela família?
•Mulheres devem receber a mesma educação escolar que os homens?
•Cuidar dos filhos deve ser uma obrigação de ambos o pai e a mãe?
•Mulheres devem ter autonomia para gerir seus próprios bens?
•Mulheres devem escolher se, e quando, se tornarão mães?
•Mulheres não devem sofrer violência física ou psicológica por se recusar a fazer sexo ou por desobedecer o pai ou marido?
•Tarefas domésticas são de responsabilidade dos moradores da casa, sejam eles homens ou mulheres?
•Mulheres podem ser espancadas ou mortas por não quererem continuar em um relacionamento afetivo?
FONTE: http://www.papodehomem.com.br/feminismo/#

Eu sugiro uma visita prolongada ao site, vale a pena, tem muita explicação boa sobre FEMINISMO.

Então, o coletivo feminista Ô DONA, teve a ideia de me convidar para um bate papo feminista e adorei o convite logo de cara, porque é preciso falar mais sobre feminismo, direitos das mulheres, violência doméstica, gordofobia, sexismo, machismo, lesbofobia, homofobia e todas os preconceitos e estereótipos que marcam a vida da mulher em sociedade...
Temos que desmistificar o feminismo, colocar as coisas no lugar certo, nem é mais uma questão de sensibilizar os homens e a socidade machista, é uma questão de RESISTÊNCIA, feminismo e resistência, sororidade, aprendi esta palavra com as meninas do coletivo Ô Dona e que cada vez mais ele me abre os sentidos, as ideias, a cabeça para tantas reflexões...
O bate papo é para acabar com esta conversa de que feminismo é coisa de mulher chata, que odeia os homens e outras conversa equivocadas que andam por aí...
Temos que abrir os olhos e continuar resistentes, a bandeira de luta agora é resistência....
Convidamos vc e seus amigos e amigas, para este bate papo junto conosco e o coletivo Ô DONA, neste sábado, dia 11 de abril, 16 horas, na Biblioteca da Floresta, com a professora doutora Margarete Lopes, do NEGA - Núcleo de Estudos de Gênero na Amazônia... Não perca!!!!


domingo, 1 de fevereiro de 2015

"PARA SEMPRE ANA ALICE...."

Quero falar, com bastante calma no coração e muito carinho, da minha querida professora, no curso de doutorado na UFBA, em Salvador, de 2001 a 2005, Ana Alice Alcântara Costa. Ela faleceu no dia 26 de dezembro de 2015 e eu ainda não acreditei.... 

Deixei passar os dias devagar, pela grande comoção que senti ao receber a notícia; deixei arrefecer os clamores e lamentos que ecoaram por todo o Norte e Nordeste do Brasil, pelas academias, universidades, Fóruns, Sindicatos, ONGs feministas, Movimentos de Mulheres, Núcleos de Estudos de Gênero e afins... 
Lembrei daqueles versos do Manoel Bandeira, quando morreu Mario de Andrade:
 "Anunciaram que você morreu.
Meus olhos, meus ouvidos testemunharam:
A alma profunda, não.
Por isso não sinto agora a sua falta.
Sei bem que ela virá
(Pela força persuasiva do tempo).
Virá súbito um dia,
Inadvertida para os demais.
Por exemplo, assim:
À mesa conversarão de uma coisa e outra,
Uma palavra lançada à toa
Baterá na franja dos lutos de sangue.
Alguém perguntará em que estou pensando,
Sorrirei sem dizer que em você
Profundamente....
Mas agora não sinto a sua falta.
(É sempre assim quando o ausente
Partiu sem se despedir:
Você não se despediu.)
Você não morreu: ausentou-se".

É assim que me sinto agora Ana Alice, "vc não morreu, ausentou-se...". Qualquer dia, irei a Salvador, e nessa hora, talvez olhando o mar, ouvindo uma palestra no Encontro de Estudos de Gênero, de repente, vou lembra de vc e pensar em vc, profundamente... Sei que vou chorar só no coração, ninguém nem vai perceber nadinha...


Você foi uma mulher incrível, militante, batalhadora, incansável,  persistente, incisiva, como tinha de ser uma boa pesquisadora e uma grande feminista. Você ganhou o prêmio Bertha Lutz de 2012, você fundou o NEIM em 1983; eu participei dele de 2001 a 2005, enquanto fiz doutorado e gostava tanto dos Encontros Anuais do NEIM, de apresentar trabalhos que me esmerava em fazer e nunca foram publicados, barrados que foram por minha orientadora, segundo vc mesma me contou, num almoço delicioso em hotel à beira do rio Grão Pará, em Belém, em 2009, na última vez que estivemos juntas... Estava também nesse dia o meu marido Mario Jorge, no encontro da REDOR que Luzia Álvares fez na UFPA....
Tem encontro do NEIM em Salvador, neste ano de 2015, com a visita ilustre de Judith Batler, mas eu preferia que fosse com vc, como teu jeito de falar de mulheres na política, de mais mulheres no Poder, como só vc sabia... Foi com vc que aprendi a palavra "empoderamento" e aprendi que todas temos que nos empoderar....

Vários Grupos de Pesquisa em Estudos de Gênero, e também Núcleos de  Estudos sobre a Mulher homenagearam a professora Ana Alice, por ocasião de seu falecimento, como o GEMA de Pernambuco e o GEPEM, da UFPA. Deste último, coordenado pela professora  Drª Luzia Álvares, da UFPA, publico novamente o lindo e emocionante depoimento....

ANA ALICE ALCÂNTARA COSTA – UMA VIDA

É com imenso pesar que o Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes sobre Mulheres e Gênero - GEPEM/UFPA – informa o falecimento, no último dia 26/12, de ANA ALICE ALCÂNTARA COSTA, pesquisadora e feminista do NEIM/UFBA, cuja vida foi totalmente dedicada a lutar pelos direitos humanos.
Num período em que os estudos sobre as mulheres brasileiras tinham um déficit, não incluindo as/os pesquisadoras/es das universidades do Norte e do Nordeste, Ana Alice organizou, por meio do NEIM/UFBA, o I Encontro de Pesquisadoras/es sobre a Mulher e Relações de Gênero do Norte e Nordeste, em setembro de 1992 (em Salvador), favorecendo a criação da Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisas Sobre Mulher e Gênero (REDOR N/NE), rede que estimulou a formação de grupos de pesquisas nas universidades dessas duas regiões. Com isso, o processo constitutivo de um grupo nascente como o GEPEM ao congregar pesquisadoras da UFPA e de universidades particulares e estaduais do Pará fortaleceu-se, num marco de efeitos, sobre o enfoque da história e da luta das mulheres paraenses por seus direitos, incluindo-se no cenário brasileiro.
Desde 1982, Ana Alice era professora do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal da Bahia (UFBA) fazendo a articulação entre sua atuação acadêmica com a militância feminista. O enfoque principal dos estudos e pesquisas, na sua trajetória acadêmica e militante era o tema das relações de poder. Seu livro “As donas no poder: mulher e política na Bahia” (1998) é referência até hoje para estudos neste campo e afins.
Ao longo de sua vida a dedicação à causa dos direitos humanos das mulheres fortaleceu sua preocupação em ampliar essa causa criando, em 2005, o primeiro programa de Pós-graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo, na UFBA, resultante de grande esforço do NEIM.
O interesse na disseminação dos estudos de gênero também fez parte de toda a sua militância junto aos movimentos sociais e de mulheres, em nivel local e nacional, procurando fortalecer a agenda da reforma política para a inclusão, entre outras mudanças, da paridade no sistema de listas eleitorais, reconhecendo um dos direitos das mulheres.
Em março de 2012 lhe foi concedido o prêmio Bertha Lutz, do Senado Federal, como merecido reconhecimento pelo conjunto de sua obra e de sua luta pelos direitos das mulheres.
Nascida em 23 de dezembro de 1951, em Caravelas (BA), Ana Alice participou, também ativamente da luta contra a ditadura militar, nos anos 1970. Seu mestrado e doutorado em Sociologia Política foram realizados na Universidade Nacional Autônoma do México, ingressando ali no Movimiento de Liberación de las Mujeres e vinculando-se, no Brasil, ao Grupo Feminista Brasil Mulher, seção Bahia, primeiro grupo dedicado à questão da mulher e de gênero naquele Estado.
A vida de Ana Alice Alcântara Costa vai seguir o seu curso pelos caminhos onde ela plantou e dedicadamente fez germinar as sementes de conscientização pelos direitos das mulheres, na luta feminista por um mundo melhor.
Ana Alice Alcântara Costa! PRESENTE !

sábado, 31 de janeiro de 2015

O NEGA visita Jackson Viana

No dia 30 de Janeiro de 2015, agendamos uma visita ao jovem escritor e poeta, Jackson Viana. A ocasião foi que lemos pelas postagens no Facebook que Jackson estava fundando uma Academia de Letras Juvenil aqui no Acre. Poderia haver motivo melhor para uma conversa?

Quem é Jackson Viana? Praticamente um menino prodígio, de sobrenome ilustre igual ao do nosso querido governador de Estado Tião Viana. Prodígio? Sim, ainda muito jovem, rapaz de 14 anos, ele já tem 03 livros publicados de prosa e poesia, com a audácia e grande empreendedorismo de criar e fundar uma Academia Juvenil de Letras no Acre, neste ano de 2015.  A mesma tem a sigla de AJAL = Academia Juvenil Acreana de Letras. A sede temporária fica na Biblioteca da Floresta, em espaço cedido pelo diretor Marcos Afonso, sempre apoiador e incentivador de iniciativas culturais e dos novos talentos.
                                       
Jackson Viana e Profª Margarete Lopes - 30/01/2015

Querem mais? Ela já ganhou prêmios, como a conquista do 1º lugar no 43º Concurso de Cartas dos Correios e Telégrafos, aos 13 anos. Na ocasião, ele declarou aos jornais:
“Eu escrevo desde os 8 anos de idade, e vem como algo natural para mim. Recebo apoio em casa e na escola e fiquei muito feliz de poder ter participado, mais ainda por minha redação ter sido escolhida entre milhares de outras enviadas por alunos de todo o país”, disse Jackson. (Em Página 20 - 10 de abril de 2014).
Ele conta que começou a escrever aos 08 anos terminou seu primeiro livro "Onde mora a Felicidade? Superando obstáculos e vencendo na vida", aos 12, com o qual ele gentilmente me presenteou durante a entrevista para o NEGA. 
Abro o livro com gosto para começar a ler e vejo no Sumário que o mesmo contém 03 capítulos e a sinopse está na contracapa: "... é a história de um casal que não se preocupava com Deus, embora sempre o procurasse quando precisavam. O casal se ligava e se preocupava somente com trabalho, contas, luxo e dinheiro. Um dia, devido a uma crise financeira, o casal perde tudo. Então, começa a enxergar e dar mais valor a Deus. Assim, eles conseguem vencer os obstáculos e descobrem onde mora a felicidade".  
O Jackson gentilmente autografa o livro para mim e confidencia sobre o professor Sergio Santos, que foi meu aluno no Mestrado em Letras da UFAC:

"Sergio Santos foi uma pessoa que ajudou muito no meu aprendizado. Por ele ter conhecimento nas Letras - e que conhecimento! - eu sempre pedia algumas dicas na hora de escrever, formatar e diagramar meu livro, além da ortografia, e nunca me negou, sempre disponibilizava uma pequena parte de seu tempo. Tenho que agradecer a pessoas assim, e buscar melhorar a nossa Cultura a cada dia mais" (Jackson Viana).


                       

Continuo lendo e descubro algumas notas biográficas, seu nome completo é Jackson Viana de Paula dos Santos, nasceu em Rio Branco, no estado do Acre, no dia 12 de dezembro de 2000. Mora aqui em Rio Branco, com sua mãe, Luzineide Viana, minha conterrânea, de Tarauacá, terrinha amada, e tem uma irmã Kateryne Susy e 2 irmãos: Clauderson Sampaio e Jairo Lucas. É para sua família que faz a dedicatória do livro, ainda acrescentando o sobrinho, a cunhada e a avó Julieta Viana.



Como todo bom escritor, ele é excelente leitor, conta que adora Cecília Meireles e olha o que ele estava lendo e vi em cima de sua mesa de trabalho. Nada menos que a poesia de Sylvia Orthof.



 Ofereço a ele algumas publicações dos eventos do NEGA, como os Anais das Jornadas de Estudos de Gênero e Literatura, para que ele vá aumentando o acervo da nova AJAL. 
A nova academia, AJAL, está com inscrições abertas para jovens escritores de 12 a 18 anos, tem 40 vagas, portanto 40 cadeiras, como é de praxe em todas as Academias de Letras espalhadas pelo Brasil. O mandato de cada membro será de 04 anos, podendo ou não ser renovado, os interessados podem procurar o Jackson na Biblioteca da Floresta ou pegar as informações no blog do jovem autor. E ele me revela que é preciso ter coragem para fazer este tipo de trabalho. Conta que ele mesmo procura "batalhar". Muita gente pensa que a mãe dele é professora, que ela que lhe dá as ideias de como fazer as coisas. Mas nada disso acontece, a ideia de fundar a AJAL foi iniciativa do Jackson mesmo.
Ela já tem em vista uma lista para selecionar os novos membros e também um Estatuto prontinho para ser aprovado e colocado em prática:
                                  

No dia 19 de janeiro de 2015, o excelente blogueiro Isaac Melo fez uma resenha sobre o Jackson Viana, da qual recomendo a leitura, e aliás recomendo tb ler sempre o blog. Vai o link

http://almaacreana.blogspot.com.br/2015/01/jackson-viana-o-jovem-talento-da-poesia.html#

De lá emprestei um soneto do Jackson, que pertence ao seu segundo livro "Aprendendo a Viver", de poemas e sonetos, para que possam verificar, que sendo tão jovem, já tenha tanta maturidade na escrita, a começar pelo título do soneto:

JOGUEI PRO ALTO MINHAS DORES PRESCINDÍVEIS
de Jackson Viana

Joguei pro alto dores prescindíveis.
Deixei reinar a minha voz, meu grito,
Desprender-me-ei desse forte rito,
pois me rodeiam corpos invisíveis....

Resta-me ainda aquela fria cama,
que vira leito meu, em meu martírio...
que vira alento, mesmo em delírio....
E vira cobertor de quem me ama

Nada passou! Restaram tantos pesos...
E acertam hoje este pés ilesos
As mesmas flechas vis, irreprimíveis...

Também se vão sos que tomam espaços,
Como um dia, junto aos meus pedaços,
Joguei pro alto dores prescindíveis

Finalizamos nossa agradável conversa tomando um gostoso cafezinho e firmando aliança para um Curso de Extensão, ou melhor dizendo uma oficina de Criação Literária, na UFAC, para jovens talentos, os futuros membros da AJAL, ministrada por mim e outros escritores, como o já citado professor e escritor Sergio Santos, e outros a serem convidados como o Antonio Stelio, Vássia Vanessa e quem quiser colaborar, em uma parceria da UFAC e Biblioteca da Floresta. Sei que o Marcos Afonso iria gostar.... Com previsão de ser realizada em abril ou maio de 2015, depois de feitos todos os trâmites de aprovação do projeto da Oficina, na Pró-Reitoria de Extensão.

Termino então recomendando a leitura dos escritos deste novo talento mirim em plagas amazônicas, no Acre, o Jackson Viana, e também uma visita a esta maravilhosa Biblioteca da Floresta, rica em acervos de coisas do Acre e da Amazônia e aproveitem para conhecer a AJAL. Olhem o link
http://academiajuvenilacreanadeletras.blogspot.com.br



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Nextel - O que nunca te disse antes

Prêmio mulheres cientistas

Porque as mulheres também ciência e muito bem, desde Marie Currie e sua experiências com o Urânio, que culminaram por matá-la com câncer.

Assim, recebi a notícia pelo Boletim da FAPESP e depois de longa ausência, volto a publicar no Blog e volto para polemizar mais, publicando aqui a reportagem das ganhadoras de prêmio de uma bolsa de pesquisa, no valor de 20 mil reais.... 
Vejam vcs, os homens sempre foram donos absolutos do espaço da ciência, fosse a Física, Química, Biologia, Medicina e mesmo em plena segunda década do século XXI, para sabermos das mulheres nas Ciências, foi estipulado este prêmio anual "Mulheres na Ciência", para que tenha visibilidade o trabalho delas e cá pra nós, pra lá de merecidos os prêmios, confiram na matéria abaixo:

Programa “Para Mulheres na Ciência” anuncia ganhadoras

FONTE: http://agencia.fapesp.br/19585


12/08/2014
Agência FAPESP – O programa Para Mulheres na Ciência, uma iniciativa da empresa L’Oréal Brasil em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), anunciou na semana passada o nome das sete cientistas vencedoras de sua nona edição. Elas são de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás e Ceará.
Uma das pesquisadoras de São Paulo é Maria Carolina de Oliveira Rodrigues, da Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre os efeitos de múltiplas infusões de células mesenquimais em pacientes com diabetes melitos tipo 1, realizada no Centro de Terapia Celular (CTC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs), financiados pela FAPESP.
Também da USP, Ludhmila Abrahão Hajjar foi reconhecida por seu estudo prospectivo e randomizado com balão de contrapulsação intraórtico eletivo em pacientes de alto risco submetidos a cirurgia cardíaca, realizada no Instituto do Coração (Incor).
Foram premiadas ainda as cientistas Manuella Pinto Kaster e Patrícia de Souza Bocardo, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com projetos na área de Ciências Biomédicas; Letícia Faria Domingues Palhares, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), na área de Ciências Físicas; Ana Shirley Ferreira da Silva, da Universidade Federal do Ceará (UFC), com pesquisa em Ciências Matemáticas; e Carolina Horta Andrade, da Universidade Federal de Goiás (GO), em Ciências Químicas.
As pesquisadoras receberão, cada uma, bolsa-auxílio no valor equivalente, em reais, a US$ 20 mil. A entrega do prêmio ocorrerá em outubro, no Rio de Janeiro.
Na edição internacional do programa, lançado em 1998, cinco notáveis pesquisadoras (uma por continente) são laureadas anualmente. Cinco brasileiras já foram premiadas: a geneticista Mayana Zatz e a astrofísica Beatriz Barbuy, da USP; a física Belita Koiller e a biomédica Lucia Previato, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e a física Marcia Barbosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Mais informações em loreal.abc.org.br.
 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Meninos brincando de boneca?

Hoje li uma publicação em outro blog que gostei muito, vou colocar aqui na íntegra aqui, porque é um texto pequeno, mas muito bom.... depois, lá embaixo eu deixo meus comentários....

O mundo será melhor quando os meninos brincarem de boneca


POR SABINE
19/02/14  16:12
Outro dia participei de um debate sobre direitos da criança e do adolescente que acabou chegando à questão dos brinquedos.
Sim, brinquedos. Estávamos em uma escola pública de uma cidade pequena (12 mil habitantes) do Rio Grande do Norte. A criançada queria saber de onde vem a determinação de que meninas brincam de bonecas e meninos brincam de carrinho.
De onde vem isso?
Quem decide que as meninas são rosa e os meninos são azul é a sociedade.
Da mesma forma, as pessoas determinam que meninas brinquem de boneca e fogãozinho enquanto meninos brinquem de guerra e carrinho.
Tem de ser assim? Não. Eu, menina, nunca tive fogõezinhos porque não me interessava por culinária. Mas adoro carros.
O mesmo vale para os meninos.
MENINOS E BONECAS
Na discussão na escola potiguar, o advogado e ativista Gustavo Barbosa fez uma pergunta interessante:  qual é o problema de um menino brincar com uma boneca? “O risco é que ele se tornará um bom pai?”
Pois é.
Meninos e meninas têm o direito de brincar, de escolher seus brinquedos e de decidir para quais áreas têm aptidão.
Quando a criança brinca, ela ativa o cérebro por meio da imaginação, da capacidade de concentração e da escolha de alternativas. Isso é super importante para o seu desenvolvimento (leia aqui).
Então vamos deixar as crianças brincarem com liberdade.
O mundo será melhor quando os meninos e meninas não forem recriminados pela escolha dos seus brinquedos. Quando puderem desenvolver suas aptidões sem ser talhados por preconceitos.
E quando as meninas puderem brincar de carrinho e os meninos, de boneca.

Obrigada, Plan, pelo convite para essa jornada incrível que fizemos no universo educacional do Nordeste!

Excelente texto não é mesmo? Fiquei boba de ver como as pessoas reagiram violentamente ao escrito e lá no blog da Sabine tem mais de 300 comentários, alguns, dos homens principalmente são sempre atacando e grosseiros, afinal o Brasil, acima de tudo, ainda é um país super machista, muito difícil de mudar a cabeça do povo....
Vi então se haveria fotos de meninos brincando de boneca na NET e tive gratas surpresas, como a de uma fotógrafa canadense....

A fotógrafa canadense Arlee Sebryk divulgou na web fotos de seus filhos brincando de boneca e diz que isso pode torná-los pais participativos.... Penso o mesmo...
Vejam outras fotos....




Muita gente argumenta que essa história de falar em diversidade, machismo está destruindo a família nuclear burguesa e o verdadeiro papel de mulheres e homens na sociedade.... Será?

Alguns afirmam que o fenótipo humano seria "50% genética e  50% ambiente, achar que TUDO é construção cultural é uma ignorância do mesmo nível do nazismo", mas eu não penso que tudo é construção cultural e tb penso que nem tudo é genética, pois quando que a biologia explicou porque meninas gostam de bonecas e meninos de carrinhos? Gostar de brincar de bonecas ou com carrinho tem alguma a coisa a ver com genética?

As meninas podem brincar de carrinho à vontade e os garotos brincarem de boneca, nada disso afeta a sexualidade e não tem anda a ver com ela... Basta dizer que a Barbie tem carros super elegantes... 

Ficar impondo qual brinquedo cada sexo deve adotar é sim uma construção cultural, ideias convencionadas, fruto de convenções sociais...e dizer que a maternidade é instinto é discutível, pois mesmo no mundo animal temos exceções, como as fêmeas pinguins que não ligam pros filhotes....
Há muito ainda o que se falar sobre esse assunto, porém o certo é que, enquanto o brasileiro for tão machista, as coisas vão continuar quase paradas ou mudando lentamente, mas fazer o quê? 
Temos é que aprender a cuidar de nosso filhos, nosso pequenos, sem preconceitos, para que sejam pessoas melhores e façam do mundo um lugar melhor, independente da genética, biologismos, construções culturais e outros aspectos sociais.... Ficam abaixo outras fotos que nos ajudem a pensar o quanto podemos fazer deste mundo um lugar mais bonito, com atitudes bem simples....




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

SEMINÁRIO pelo FIM da Violência contra a mulher na UFAC Rio Branco - Teatro Novo

Nesse dia 28 de novembro de 2013, a UFAC e SEPMulheres fazem o segundo Seminário de luta pelo FIM da Violência contra as Mulheres....


PARTICIPEM e convidem professores, alunos, funcionários... vai ser uma maravilha de bom, temos uma grande trabalho de sensibilização para as ações de Gênero, é uma luta contínua...

AINDA EM RIO BRANCO

03/12

8h às 18h
OFICINA: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Sala de Reuniões da SESP
SEPMULHERES
UFAC
Aplicativa Brasil
Profissionais da Rede de Atendimento de Rio Branco

Novos seminários serão realizados pela SEPMulheres e UFAC em outros Municípios, vejam a agenda....

ATIVIDADES em BRASILEIA
09/12

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Em definição: Câmara Municipal de Vereadores

SEPMULHERES
CEAM/ALTO ACRE
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades

SENA MADUREIRA
16/11

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Escola de Ensino Médio Dom Júlio Mattioli
SEPMULHERES
CEAM/FEIJÓ
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades

FEIJÓ
12/12

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
CEDUP
SEPMULHERES
CEAM/SENA MADUREIRA
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades

UFAC juntamente com SEPMulheres realiza Seminário pelo fim da Violência Doméstica....

A Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SEPMulheres), em parceria com a Rede Reviver e com a Universidade Federal do Acre (Ufac), na segunda-feira, 25, no Teatro dos Náuas, no Campus da UFAZ em Cruzeiro do Sul.
A UFAC tem o NEGA o Núcleo de Estudos de Gênero na Amazônia, um núcleo de pesquisas, estudos feministas e de G}enero, Crítica Feminista, que faz parcerias sempre com a SEPMulheres nesses trabalhos e tem participado das reuniões de planejamento e realizações da Campanhas do 16 Dias de Ativismo, de 25 de novembro a 10d e dezembro, foi assim, em 2009, 2010, 2011 e 2012. O NEGA ficou de fora essa vez, infelizmente, por causa da coordenadora profª Drª Margarete Edul Prado de Souza Lopes se encontrar doente esse ano de 2013, e também estar de licença prêmio.





O evento faz parte da agenda integrada da campanha mundial “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, iniciado em todo o Estado, cuja agenda de atividades foi publicada já nesse blog, procurem e consultem.
A profª Drª Guida Aquino abriu os trabalhos na UFAC de Cruzeiros do Sul

A funcionária administrativa da UFAC, Fabiana Nogueira Chaves, deu brilhante palestra de "Desconstrução do Machismo", na ocasião, ela é muito boa nisso e ocasionalmente colaboradora com o NEGA, muito boa colaboradora....

A atividade teve a presença de 150 pessoas, entre alunos, professores, militâncias, autoridades.... Abaixo vários flashes da atividade....

Que a UFAC fala muitas outras parcerias com a SEPmulheres para realização desses tão importantes trabalhos de sensibilização, pois ainda temos tanta desigualdades, violência de gênero a combater, muto trabalho mesmo pela frente e que o NEGA está aqui à disposição para apoiar, militar, assessorar....
Que todos possamos ter consciência de fazer nossa parte em denunciar a violência contra a mulher, contra crianças, idosos, qualquer tipo de violências doméstica, disque 180

O site Acre 14 horas publicou a respeito, dizendo...
A titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Cruzeiro do Sul, Carla Ivane de Britto, destacou a redução do índice de homicídios de mulheres no município: “Em 2010, tivemos oito homicídios, que caíram para três em 2011. Já no período entre 2012 e este ano, até o presente mês, tivemos um, em contrapartida o número de denúncias cresceu. A violência aumentou? Não! As mulheres é que passaram a confiar nos serviços e denunciar os maus tratos que sofriam há tempos. E esse resultado positivo é fruto de um trabalho de integração de toda a Rede Reviver”, ressaltou, Carla de Britto.
O aumento do número de inquéritos, em razão da mudança de consciência das vítimas de violência doméstica, que tomam a atitude de denunciar seus agressores e buscam ajuda, é notório. Elas estão constatando que a Lei Maria da Penha pode ser efetiva e salvar as suas vidas.
Deixamos aqui nossos parabéns à nossa Vice Reitora, a professora Guida Aquino, por iniciativas como essa e que 2014 tenhamos novas ações dessa natureza tão contundente.... PARABÉNS!!!!!


O NEGA está sempre à disposição, professora Guida...

16 Dias de Ativismo pelo FIM da Violência contra a MULHER

DEZESSEIS DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
   DE 25 DE NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO/2013
Em 1991, diversas lideranças femininas de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres, lançaram a Campanha dos 16 dias de ativismo com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. O período foi escolhido pelas datas históricas que marcaram a luta das mulheres, iniciando a abertura da Campanha no dia 25 de novembro - declarado pelo I Encontro Feminista da América Latina e Caribe (em 1981) como o dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres - e finalizando no dia 10 de dezembro - dia Internacional dos Direitos Humanos. Desse modo a campanha vincula a denúncia e a luta pela não violência contra as mulheres à defesa dos direitos humanos. Hoje, cerca de 130 países desenvolvem esta Campanha, conclamando a sociedade e seus governos a tomarem atitude frente à violação dos direitos humanos das mulheres.

O Governo do Estado do Acre, a Prefeitura de Rio Branco, o Comitê da Rede de Atendimento a Mulher de Rio Branco/REVIVA, o Comitê da Rede de Atendimento a Mulher de Cruzeiro do Sul/REVIVER, O Ministério Público Estadual, o Tribunal de Justiça, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, o Conselho dos Direitos da Mulher de Rio Branco, a Universidade Federal do Acre e a Prefeitura de Feijó, realizam a Campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres em todo o Estado, buscando sensibilizar e evidenciar junto à população a questão da violência como uma responsabilidade de Estado e também de toda a sociedade.

VEJA A AGENDA E PARTICIPE
AGENDA INTEGRADA DA REDE ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES/2013
Campanha_de_enfrentamento_a_violncia_contra_as_mulheres

RIO BRANCO
DATA
ATIVIDADE
LOCAL
REALIZADOR
PARCEIROS
PÚBLICO
22/11

14h30min
RODA DE CONVERSA: Políticas Públicas e Direitos das Mulheres
Auditório ALEAC
CMDM
UMAMRB
FAMAC
Lideranças do movimento comunitário
25/11

8h às 15h30min
1º ENCONTRO Estadual de Mulheres Camponesas – 25 anos do Movimento de Mulheres Camponesas – MMC. Alusivo ao dia 25 de novembro.
SESC/Getúlio Vargas
MMC
üParlamentares: Senador Jorge Viana, Deputada Perpétua Almeida, Deputado Sibá Machado e Deputado Eduardo Farias.
üCDDHEP
üCPT
üRede Acreana de Mulheres e Homens
üGoverno do Estado do Acre
Prefeituras
Mulheres trabalhadoras rurais
25/11

16h
Caminhada pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher
Concentração na Gameleira, saído até a frente do Palácio Rio Branco.
MMC
üParlamentares: Senador Jorge Viana, Deputada Perpétua Almeida, Deputado Sibá Machado e Deputado Eduardo Farias.
üCDDHEP
üCPT
üRede Acreana de Mulheres e Homens
üGoverno do Estado do Acre
Prefeituras
Mulheres trabalhadoras rurais
25/11

15h às 18h

AÇÃO de abertura dos 16 Dias de Ativismo:
ü Abertura solene;
ü Esquete teatral “Quem ama não mata”
ü Distribuição de material informativo e orientações sobre o tema em foco (Serviços da Rede REVIVA);
ü Palestra sobre o tema violência contra a mulher, com distribuição de kit (DVD e cartilha), para os participantes (SEMSA);
ü Realização de teste rápido de DST’s e AIDS  (SEMSA);
ü Informação processual, entrega de cartilhas, informação dos locais de atendimento à vítima (mulher), agendamento para atendimento com juiz e assessores (TJ);
ü Distribuição de cartilha, informações e esclarecimentos (13ª Promotoria Criminal);
ü Centro de Atendimento ao Cidadão (MPE);
ü Biblioteca móvel (SESC);
ü Corte de cabelo - disponibilização de 24 cabeleireiros (SENAC/SEST/SENAT);
ü Participação da Rádio Humanizar (FEM)
ü Hino Acreano em Libras (Centro de Apoio aos Surdos)

Escola Terezinha Kalume, no Bairro Rui Lino
SEMSA
Tribunal de Justiça
13ª Promotoria Especializada no Combate a Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher
SESC
SEST/SENAT
FEM
Centro de Apoio aos Surdos
Comitê Gestor da REVIVA

Mulheres da Região: Bairro Rui Lino, Da Paz, Tucumã, Mocinha Magalhães e Universitário.
25/11

15h
PALESTRA sobre a Lei Maria da Penha
Casa Abrigo Mãe da Mata
SEDS

Usuárias da Casa Abrigo
27/11

15h
CINEMA e Violência contra a Mulher:
ü Filme: Amor? De João Jardim
Auditório da OCA
13ª Promotoria Criminal Especializada no Combate a Violência Doméstica e Familiar
OCA
Servidores/as da OCA
28/11

9h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres

Teatro da UFAC
SEPMULHERES
UFAC
Aplicativa Brasil
Estudantes, Movimento de Mulheres, Autoridades e Profissionais da Rede de Atendimento de Rio Branco
28/11

15h

OFICINA sobre Saúde da Mulher
Casa Abrigo Mãe da Mata
Casa Abrigo Mãe da Mata
Unidade de Saúde Idalgo de Lima
Usuárias da Casa Abrigo
29/11

09h às 11h30min

DIA DE BELEZA

Casa Abrigo Mãe da Mata

SEDS


Usuárias da Casa Abrigo
03/12

8h às 18h
OFICINA: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Sala de Reuniões da SESP
SEPMULHERES
UFAC
Aplicativa Brasil
Profissionais da Rede de Atendimento de Rio Branco
03/12

13h
CINEMA na Mãe da Mata
Casa Abrigo Mãe da Mata
SEDS

Usuárias da Casa Abrigo
04/12

15h
ORIENTAÇÕES jurídicas sobre a Lei Maria da Penha
OCA
Defensoria Pública
OCA
Usuárias e Servidoras da OCA

05 e 06/12

O dia todo

OFICINA: Projeto SER HOMEM -
Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência e entrega do Premio Direitos Humanos

Auditório da SEFAZ

SEJUDH

SEPMULHERES

Lideranças Comunitárias E Rede de Atendimento
06/12

15h

GINCANA na Mãe da Mata
Casa Abrigo Mãe da Mata
SEDS

Usuárias e seus filhos/as da Casa Abrigo

07/12

19h
CINEMA e Violência contra a Mulher:
ü Filme: Amor? De João Jardim

Filmoteca Acreana

13ª Promotoria Criminal especializada no Combate a Violência Doméstica e Familiar

Cine Clube Opiniões

População em geral
Durante os 16 dias
Palestras nas Escolas sobre a Lei Maria da Penha
Várias Escolas da Rede Estadual de Ensino
Tribunal de Justiça

Estudantes
25/11 a 10/12
MULTIRÃO de Audiências da Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher
Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher
Tribunal de Justiça

Mulheres usuárias do serviço
25/11 a 10/12
MULTIRÃO para dar celeridade as tramitações dos Inquéritos Policiais relativos à Lei Maria Penha
DEAM
Secretaria de Polícia Civil

Mulheres usuárias do serviço
10/12

8h às 12h
APITASSO e ação educativa no Terminal Urbano sobre a Lei Maria da Penha e a Rede de Atendimento a Mulher de Rio Branco
TERMINAL URBANO
Rede de Atendimento de Rio Branco
Membros da Rede de Atendimento
População em geral
CRUZEIRO DO SUL
DATA
ATIVIDADE
LOCAL
REALIZADOR
PARCEIROS
PÚBLICO
20/11

O dia todo
Divulgação do Dia Nacional da Consciência Negra na Imprensa
Meios de Comunicação de CZS
Rede de Atendimento de Cruzeiro do Sul - REVIVER

População em Geral
25/11

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Seminário: A MUDANÇA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS
Teatro dos NAUAS
SEPMULHERES
CEAM Vitória Régia
COMITÊ REDE REVIVER
UFAC
SEJUDH
Aplicativa Brasil
Rede de Atendimento (REVIVER)
Movimento Social
Comunidade em Geral
01/12

O dia todo
PALESTRAS E ATIVIDADES CULTURAIS Alusivo ao Dia Nacional de Combate a AIDS.
Teatro dos NAUAS
Coordenação Regional da SESACRE
Comitê da REDE REVIVER
Estudantes
06/12

O dia todo
CAMPANHA do Laço Branco: Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres
Meios de Comunicação,
Petrobrás,
Auditório do MPE
Projeto Vida Nova
SEJUDH
MPE
Funcionários da Petrobrás
Taxistas e Moto taxistas
População em Geral
10/12

17h
CAMINHADA pela Paz
Concentração no Centro da Cidade em frente à Catedral
CEAM Vitória Régia
DEAM
Projeto Vida Nova
CRAS
MPE
Rede de Atendimento a Mulher de Cruzeiro do Sul - REDE REVIVER
População em Geral
BRASILÉIA
DATA
ATIVIDADE
LOCAL
REALIZADOR
PARCEIROS
PÚBLICO
26/11

14h às 17h
ü  Curso de aproveitamento de alimentos
CEAM- Centro Especializado de Atendimento a Mulher do Alto Acre
CEAM Alto Acre
SEAPROF
Mulheres em situação de vulnerabilidade social
27/11

14h às 17h
ü Curso de aproveitamento de alimentos
CEAM- Centro Especializado de Atendimento a Mulher do Alto Acre
CEAM Alto Acre
SEAPROF
Mulheres em situação de vulnerabilidade social
28/11
ü Curso de aproveitamento de alimentos
CEAM- Centro Especializado de Atendimento a Mulher do Alto Acre
CEAM Alto Acre
SEAPROF
Mulheres em situação de vulnerabilidade social
09/12

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Em definição: Câmara Municipal de Vereadores

SEPMULHERES
CEAM/ALTO ACRE
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades
SENA MADUREIRA
DATA
ATIVIDADE
LOCAL
REALIZADOR
PARCEIROS
PÚBLICO
16/11

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
Escola de Ensino Médio Dom Júlio Mattioli
SEPMULHERES
CEAM/FEIJÓ
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades
FEIJÓ
DATA
ATIVIDADE
LOCAL
REALIZADOR
PARCEIROS
PÚBLICO
12/12

8h às 18h
ATO ALUSIVO aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres:
ü Lançamento da Campanha Estadual pelo Enfrentamento a Violência contra as Mulheres;
ü Oficina: Feminismo e Relações Sociais de Gênero: onde começa a violência?
CEDUP
SEPMULHERES
CEAM/SENA MADUREIRA
UFAC
SEJUDH
Rede de Atendimento
Movimento Social
Autoridades
                     TRIBUNAL DE JUSTIÇA                                                      PREFEITURA DE FEIJÓ                                                                   

MOVIMENTO DE MULHERES CAMPONESAS - MMC