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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

NOVAS ESCRITORAS DO ACRE - PARTE III

ACHEI ÓTIMA E MUITO OPORTUNA A PULBICAÇÃO DO LIVRO DA PROFESSORA DOUTORA MADGE PORTO DA UFAC EM FORMATO DE EBOOK, FICA BEM ACESSÍVEL, QUALQUER PESSOA PODE BAIXAR PARA LER E A TEMÁTICA É DE SUMA IMPORTÂNCIA EM NOSSO MOMENTO ATUAL - A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.

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Precisamos incentivar leiam sobre os problemas que afligem a todas, sobre a violência contra a mulher, sobre feminismos, políticas para a mulheres, sobre nossos direitos e lutas, por isso estou repassando aqui a reportagem sobre o lançamento do livro da professora Madge Porto no G1 do Acre. Leiam e baixem o livro.
Livro está disponível para download e leitura no site da Ufac (Foto: Reprodução)

FONTE: http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2016/10/professora-do-acre-lanca-livro-digital-sobre-mulheres-vitimas-de-violencia.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

A professora de psicologia da Universidade Federal do Acre (Ufac), Madge Porto, de 48 anos, lançou no último dia 21 o e-book "A Psicologia na Política para as Mulheres em Situação de Violência: Avanços e Desafios".
O livro digital é fruto de uma tese de mestrado em psicologia clínica e cultura, defendida em 2013 pela pesquisadora. O trabalho, produzido pela Editoria da Ufac (Edufac), está disponível para download e leitura no site da universidade.
Além de professora, Madge é vice-presidente da Associação dos Docentes da Ufac (Adufac), graduada em psicologia pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre em saúde coletiva e doutora em psicologia clínica e cultura pela Universidade de Brasília (UnB).
Ao G1, a professora disse que o trabalho é, de certa forma, uma crítica aos serviços de atendimento disponibilizados às mulheres em situações de violência. Ela conta que entrevistou profissionais de Rondônia, Amazonas, Brasília e Acre para a tese em 2011.
"Entrevistei 12 profissionais, sendo seis dos serviços especializados e seis do serviço público não especializado ou de consultórios particulares em Rio Branco. Foram incluídos casas abrigos, centro de referências, maternidade. Todos os serviços propostos pela política pública de atenção às mulheres em situação de violência. Então, é uma demanda que se coloca como importante e aí queria ver como esse trabalho estava sendo organizado", acrescenta.
A pesquisadora destaca que foi detectado, durante a análise, que a grande parte dos criadores dos manuais de atendimento as mulheres violentadas não foram elaborados por psicólogos.
Professora Madge Porto é doutora pela Universidade de Brasília (Foto: Arquivo pessoal)Professora Madge Porto é doutora pela Universidade
de Brasília (Foto: Arquivo pessoal)
Madge destaca ainda que o trabalho é um dos poucos que levanta a questão dos atendimentos nas unidades de saúde, sendo elas particulares ou públicas. 
"Me fez investigar a orientação, que não é de um profissional da área, mas sim de alguém leigo que estava achando que o trabalho tinha que ser desse jeito. O trabalho é recebido com importância, mas não era de fato tratado assim. Tem muitos trabalhos nessa área, mas tem pouquíssimos falando do atendimento psicológico", pontua.
Morando há 14 anos no Acre, quando se mudou de Pernambuco, a professora revela que sempre pesquisou sobre violência contra mulheres, além de ter experiência como psicóloga também na área. Ela destaca que parte da tese chegou a ser publicada em revistas científicas.
"A discussão sobre as questões das mulheres é uma temática que não interessa muito as pessoas. É uma coisa comum, quase naturalizada e problematizar a violência gera alguns incômodos", conclui.

NOVAS ESCRITORAS DO ACRE - PARTE II

OLÁ GENTE QUERIDA,

Continuando na linha de apresentar as novas escritoras que estão surgindo no cenário acreano, mas especificamente, em Rio Branco, hoje que falar de outra autora, Antônia Tavares, que lançou seu primeiro livro em junho de 2016, na Livraria PAIM, também noticiado pelo G1 do Acre.
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A reportagem com maiores detalhes segue logo abaixo:

Acreana lança livro de contos e poemas sobre a alma feminina

'Loucas e Bruxas, Bruxas e Loucas' é lançado nesta terça (7), às 17h.
Antônia Tavares fez o livro com poemas, contos e ilustrações autorais.

Do G1 AC
Antônia Tavares livro (Foto: Antônia Tavares/ Arquivo Pessoal)Livro possui 12 contos, 60 poemas e 52 ilustrações
(Foto: Antônia Tavares/ Arquivo Pessoal)
Para alcançar a plenitude da alma, do pensamento e do instinto, é preciso que haja um equilíbrio entre três vias: a ciência, a arte e a espiritualidade.
Essa é uma das principais ideias encontradas no livro "Loucas e Bruxas, Bruxas e Loucas", da acreana Antônia Tavares, que será lançado nesta terça-feira (7). O lançamento será a partir das 17h na Livraria Paim em Rio Branco.
Com uma tiragem de mil exemplares, o livro possui 12 contos, 60 poemas e 52 ilustrações da autora e é o primeiro de um projeto de três livros.
De acordo com Antônia, a ideia é pesquisar e registrar a sabedoria sagrada da mulher e surgiu da vontade de estudar o que tem de mais profundo na alma, abismo, breu e luz feminina.
Nos doze contos, o leitor vai conhecer doze mulheres atemporais e diferentes, que vão buscar a individualidade que contextualiza a mulher no trabalho dela. "Por exemplo, uma xaman ou uma lavadeira, são pessoas que trazem em si uma sabedoria que vem dos seus ancestrais e da sua própria observação. E, dentro do contexto em que ela vive, vira algo transformador na sociedade dela", comenta a autora.
O livro é completamente autoral e feito com dinheiro do próprio bolso de Antônia. O projeto é escrever mais dois, sendo que o primeiro sustente o segundo e o terceiro, como uma trilogia. Ao fim das publicações, ela pretende doar os direitos autorais dos livros para organizações não governamentais que cuidam de crianças que sofreram abuso sexual.
Antônia Tavares livro (Foto: Antônia Tavares/ Arquivo Pessoal)Antônia pretende escrever mais dois livros (Foto:
Antônia Tavares/ Arquivo Pessoal)
Antônia Tavares, também conhecida como Bethe Oliveira, nasceu em Rio Branco, no Seringal Bagaço e é formada em economia. Ela trabalha atualmente como especialista sênior em planejamento e gestão pública.
Mesmo vivendo e realizando trabalhos técnicos em sua rotina, ela conta que sempre leva a arte consigo. "Aquilo que tem um pouco de arte, mesmo que seja na segurança pública, vem da alma humana", afirma.

NOVAS ESCRITORAS DO ACRE

Fiquei muto contente olhando o noticiário acreano e vendo que estão surgindo novas obras de autoria feminina, o protagonismo das mulheres escritoras no Acre finalmente está aumentando.
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As mulheres no Acre foram sempre excluídas e silenciadas e foi grande a dificuldade para começarem a publicar, elas começaram escrevendo em jornais, como o Jornal Talismã, em 1913, em Xapuri, que era um jornal só de mulheres. Elas escreviam cartas, poemas e contos nos jornais, do mesmo modo como aconteceu nas outras cidades brasileiras com destaque para Rio de Janeiro e São Paulo.
A primeira mulher a publicar um romance no Acre foi Florentina Esteves, nos anos noventa, denominado O EMPATE, enquanto os homens começaram a publicar em 1942, um livro em prosa, as mulheres tiveram a autonomia para fazer o mesmo já na década final do século XX, mostrando as dificuldades de ser mulher independente e escritora, em terras de Coronel de Barranco.
Agora, temos muita escritoras atuantes em Rio Branco e com muita grata surpresa vi uma reportagem no G1Acre falando de Laura Almeida, que somente com 18 anos publica um romance que ela sonha que possa se tornar um filme. 

Vejam a integra da reportagem logo abaixo:
Marcado por suspense e muitas reviravoltas, o romance policial Codinome Valery foi lançado em Rio Branco pela jovem autora Laura Almeida, de 18 anos. A história de Valery passou a ser construída pela acreana quando ela ainda tinha 17 anos. O livro foi lançado em Rio Branco na última sexta-feira (12).
A personagem principal é, segundo a própria escritora, uma mulher nada comum que muda completamente de vida ao se mudar para Albany, na Califórnia. Porém, Valery acaba reencontrando um amor do passado, o que faz ela repensar sua vida. A obra foi financiada pelo Fundo Municipal de Cultura.
A acadêmica de Biomedicina conta que começou a escrever quando ainda tinha apenas 14 anos. Seu primeiro livro possui influência dos filmes de ação e terror dos quais é fã.
"Estou muito feliz. É uma coisa que vai ficar eterna. Eu, como aluna de escola pública, jamais imaginei que aos 17 anos, recentemente com 18, iria publicar um livro meu. Foi um sonho, estou sem palavras ainda. A Valery teve um começo de vida difícil, isso fez com que ela se tornasse uma pessoa diferente, sem aquele senso de ser boa com as pessoas", explica. 
Superdotada
Quando ainda estava na 4ª série, Laura foi descoberta pelo Núcleo de Atividades de Altas habilidades e Superdotação (NAAH/S) na área de artes, desenvolvendo habilidades em língua estrangeira e na escrita. Segundo a escritora, uma professora indicou que a família procurasse o núcleo após perceber que ela tinha vocação para as artes.
"Eles me acompanharam até o ensino médio. Isso foi um apoio muito importante para o desenvolvimento do meu talento", conta.
Família incentivou autora acreana que lançou seu primeiro livro em Rio Branco  (Foto: Laura Almeida/Arquivo Pessoal)Família incentivou autora acreana que lançou seu
primeiro livro em Rio Branco
(Foto: Laura Almeida/Arquivo Pessoal)
Paixão pela leitura
O amor pela leitura e escrita surgiu muito cedo na vida da escritora. A família teve papel importante no incentivo para que Laura levasse adiante a paixão pelos livros e filmes.
Ela conta que a mãe e as tias são professoras e o pai compunha músicas sempre próximo da filha e todos a incentivavam.
"Tudo surgiu no meu núcleo familiar, sempre me apoiaram e estou muito feliz com isso. Não sei o que seria da minha vida sem a leitura. A leitura ajuda muito, melhora sua fluência e pensamento", afirma.
Próximos capítulos
A história de Laura, assim como o de vários personagens criados por ela, está apenas começando. Após o lançamento do livro, os sonhos da jovem escritora agora são ainda maiores e por ela podem chegar até mesmo às telas dos cinemas. "É um sonho, quem sabe Deus reserve isso para o meu futuro", finaliza.
O livro está sendo vendido por R$ 15 e, por enquanto, são entregues conforme pedidos na página do Facebook da escritora.
FONTE: http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2016/08/aos-18-anos-jovem-escritora-lanca-livro-marcado-por-suspense-no-ac.html
Colaborou Mariana Tavares, da Rede Amazônica Acre.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Indígenas escrevem enciclopédia de medicina xamânica.

 


Indígenas escrevem enciclopédia de medicina xamânica.

FONTE: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/indigenas_escrevem_enciclopedia_de_medicina_xamanica.html

Primeiro trabalho do género. Indígenas do povo Matsés, que vivem na amazónia peruana, próximo à fronteira com o Brasil, reuniram material e escreveram a primeira enciclopédia de medicina tradicional xamânica, segundo a ONG norte-americana Acaté. A Enciclopédia de Medicina Tradicional Matsés, que tem mais de 500 páginas, foi escrita e editada por indígenas, na sua língua. Os verbetes estão organizados pelos nomes das doenças, e têm informações sobre a forma de reconhecê-las pelos seus sintomas, as suas causas e as plantas que podem ser usadas para combatê-las, com fotos, além de maneiras de preparar o medicamento e alternativas terapêuticas. O livro foi escrito numa parceria entre anciãos, a maioria com mais de 60 anos, e indígenas mais novos, descreveu Christopher Herndon, presidente da ONG, na página de Internet da organização. Enquanto os mais velhos ficaram responsáveis por idealizar um capítulo da enciclopédia cada um, os mais jovens transcreveram os conhecimentos e fotografaram as plantas. Na medicina xamânica tradicional, a floresta e os animais estão envolvidos na história das plantas e ligados aos motivos ou à cura das doenças. O conhecimento das técnicas de tratamento, portanto, é também produto de um aprofundamento espiritual e de laços com o mundo natural. 
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/indigenas_escrevem_enciclopedia_de_medicina_xamanica.html

domingo, 26 de julho de 2015

Lançamento de livro sobre as Áfricas

No dia 10 de junho de 2015, veio a lume um importante livros sobre as questões da negritude e sobre a África, precisamos trazer esta obra ao Acre e quem sabe fazer por aqui um novo lançamento do
excelente livro de Gabriel Ambrósio, e seria uma ótima oportunidade de conhecer o autor....
O livro Áfricas ocultas vem oportunamente, em tempos de combate ao racismo, tirar do silenciamento o discurso de homens e mulheres por tantos século calados e escravizados pela raça branca.
Abaixo fotos do lançamento de livro de Gabriel Ambrósio, que esperamos que ele goste de ver republicadas aqui, no intuito somente de ajudar a divulgar a obra, mas as fotos foram originalmente publicadas em sua página no Facebook, que recomendamos fortemente visitar: 
https://www.facebook.com/MavendaNuniYaAfrica



As fotos são para mais gente possa conhecer o jovem autor e agora quero mesmo é comprar um exemplar para mim e começar a ler imediatamente, parabéns Gabriel Ambrósio.

domingo, 7 de abril de 2013

Núcleo de pesquisas em Gênero e Masculinidades lança novo site










CONVITE enviado pelo colega prof. Dr. jorge Lira, com o texto abaixo. Visitem o novo site!!!


O Núcleo de pesquisas em Gênero e Masculinidades (Gema/UFPE) lançou novo site.
O endereço é bem fácil: www.genero.org.br.



Neste site, você encontrará:
1) informações atualizadas sobre sua equipe, projetos e campanhas;
2) textos para download;
3) fotos e vídeos das atividades de pesquisa e outras intervenções políticas do grupo;
4) postagens em conexão direta com a página do grupo no Facebook (para curtir!)

Vale a pena conferir!

SOBRE O GRUPO

Fundado em 1998, o Núcleo de Pesquisas em Gênero e Masculinidades (Gema) da UFPE tem por objetivo desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão, a partir do enfoque feminista de gênero, no campo da saúde e direitos humanos, especialmente em temas relativos aos direitos sexuais e reprodutivos.

Vinculado ao Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFPE e cadastrado no CNPq, o objetivo geral deste grupo é: promover um espaço multidisciplinar de interlocução e construção de projetos comuns, integrando pesquisadores/as vinculados a Universidades e/ou a Organizações Não-Governamentais nacionais e internacionais, com diferentes níveis de formação e campos de atuação variados, no âmbito das Ciências Humanas (em especial Psicologia Social), Sociais e da Saúde.

No plano da formação acadêmica, este grupo integra estudantes em nível de graduação e pós-graduação, envolvidos em projetos que buscam articular ensino-pesquisa e extensão, através de projetos de Iniciação Científica, Especialização, Mestrado e Doutorado.
Junto à população em geral, o Gema busca contribuir para a promoção dos direitos humanos e da equidade de gênero no contexto da saúde, por meio de intervenção social direta, possibilitando a construção de outros sentidos e práticas psicossociais no campo das relações de gênero, maximizando, assim, os esforços das instituições parceiras.

LINHAS DE PESQUISA
  • Processos psicossociais, poder e práticas coletivas
  • Produção de sentidos em Saúde
  • Homens, masculinidades e contextos sociais
  • Estudos e políticas feministas



domingo, 3 de março de 2013

Editais para financiamento de projetos no mês da Mulher

Confiram editais de pesquisa e outras novidades no mês da mulher - março de 2013 no site da SPM do governo Federal

http://www.spm.gov.br/


01/03 – No mês da Mulher, SPM lança editais para financiamento de projetos sobre trabalho, diversidade, poder, gestão, educação e saúde

Data: 01/03/2013
01/03 – No mês da Mulher, SPM lança editais para financiamento de projetos sobre trabalho, diversidade, poder, gestão, educação e saúde
Anúncio de editais é primeira ação da SPM no Março Mulher

Com prazo de 45 dias, propostas de convênio serão recebidas até o dia 15 de abril. Recursos variam de R$ 300 mil a 500 mil para municípios e estados, respectivamente


Mais políticas e serviços públicos para as mulheres. Esse é o objetivo dos editais abertos pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), nesta sexta-feira (01/03), para seleção de projetos. Podem participar dos processos, órgãos da administração pública dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, e instituições sem fins lucrativos. As propostas de convênio podem variar de R$ 300 mil até R$ 500 mil e ter como prazo de execução entre 18 (dezoito) meses e 24 (vinte e quatro) meses.

Primeira ação da SPM alusiva ao Março Mulher, o lançamento de editais públicos incentiva investimentos na promoção da autonomia e no enfrentamento à violência. Órgãos e instituições interessadas devem estar credenciados e cadastrados no Portal dos Convênios (Sincov). O processo seletivo será conduzido por comissão técnica, em conformidade com o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e o Plano Plurianual 2012-2015. A relação final das propostas habilitadas será divulgada na data provável de 25 de junho de 2013.

Às instituições proponentes sem fins lucrativos, entre elas as organizações não governamentais, a SPM reitera os procedimentos para a celebração de convênios, de acordo com a legislação federal:  Portaria Interministerial nº 507, de 24 de novembro de 2011 e o Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007, alterado pelo Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011 (Leia aqui a íntegra do comunicado).

Trabalho, empreendedorismo e esporte - O edital de chamada pública 001/2013 oferece financiamento para projetos que incentivem o trabalho e a autonomia econômica das mulheres, conforme o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Foca em ações para a inclusão e a permanência no mercado de trabalho, a exemplo de: formação e capacitação de profissionais que atuem nas áreas de igualdade e autonomia; estímulo ao empreendedorismo das mulheres; produção e divulgação de informações, estudos, pesquisas e conhecimentos relacionados ao mundo do trabalho; e apoio a iniciativas que visem a promoção da igualdade entre homens e mulheres no esporte.

Para órgãos da administração pública dos estados e do Distrito Federal é destinado o valor mínimo de R$500 mil. Já para os municípios, o montante mínimo é de R$ 300 mil. As propostas eventualmente apresentadas com valores inferiores ao estipulado serão analisadas caso a caso, como previsto nos editais.

Direitos das mulheres - O edital 002/2013 financiará projetos relacionados ao direitos das mulheres. São destacados: apoio à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, o fortalecimento da participação de mulheres nos espaços de poder e decisão e estímulo à criação e fortalecimento dos organismos de promoção e defesa dos direitos das mulheres. A diversidade está incorporada para atender grupos LGBT (lésbicas, bissexuais e transexuais), mulheres negras, indígenas, deficientes, jovens, idosas, do campo, da floresta e de comunidades tradicionais. Estão contempladas iniciativas de referência ao Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, gênero nas políticas educacionais e culturais e de formação de profissionais da educação.


Edital 001/2013 

Edital 002/2013

Leia aqui: Secretaria divulga procedimentos para celebração de convênios com entidades privadas sem fins lucrativos

Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM
Presidência da República – PR
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